domingo, 14 de junho de 2009

APRESENTAÇÃO

FILME RELACIONADO AO TEMA



FILME: A VIDA DE INSENTO


Este filme é exatamente o que é trabalho em equipe. O filme se passa em um formigueiro. Flick é uma formiga inovadora, tem idéias que para a rainha do formigueiro e os demais trabalhadores é algo inuzitavel. Todo ano as formigas trabalham em grupos para juntar alimentos aos gafanhotos. Porem Flick chega ao Líder do grupo de colheita mostrando seu novo invento porem é rejeito. Mais a princesa do formigueiro é a única que acredita na capacidade e nas idéias de Flick, ele indignado com mais um projeto fracassado decide em “jogar fora” aquela absurda invenção, é ai que dá tudo errado sem querer a invenção cai na pedra e toda a oferenda junta no ano vai a rio abaixo. Flick desesperado tenta contar a rainha e as princesas sobre o acontecido e mais uma vez não dão atenção. O formigueiro inteiro fica na espera dos gafanhotos irem embora e não os incomodaram. Então os gafanhotos muito bravos descem ao formigueiro e dão um prazo para que as formigas juntem uma nova oferenda. As formigas desesperadas percebem que não da tempo de junta ao prazo estipulado pelo gafanhoto. É ai que Flick então resolve ir buscar ajuda para salvar as formigas. Ele chega numa cidade onde encontra personagens de um circo. Decido Flick vê neles a salvação. E os personagens do circo resolvem ajudar Flick. E ele descobre que os gafanhotos têm medo de pássaros. Flick então vota ao formigueiro com os seus novos amigos. Eles juntam toda as formigas e formulam um plano de criarem um passaro para que assuste os gafanhotos e que eles nunca mais aparecem. Então o trabalho em grupo é formado e liderado pela Joaninha.
Esta tudo certo o passaro foi montado e plano vai ser executado porem algo da errado e os pássaros descobrem e o plano não sai como desejado. Porem o destino ajuda as formiguinhas e os demais personagens fazendo com o que um passaro aparece e assuste os gafanhotos. E tudo acaba saído bem, as formigas com a sua oferenda, os gafanhotos somem da floresta e tudo acaba bem. Porem os personagens do circo vem que ali não é o lugar deles e resolver partir, Flick então decide ficar com a sua equipe. No final do filme Flick se torna o líder das formigas colhedoras e seus inventos são adotados, e o trabalho reduzido e com mais facilidade.

Moral do filme: Flick era uma formiga com grandes idéias e potencias porem não era observada pelas demais formiga. E ele provou que era capaz, e trouxe a solução para o formigueiro. Neste filme é notável como o trabalho em equipe é fundamental, pois sozinhos eles na conseguiriam cumprir os prazos estabelecidos. E Flick se torna uma formiga respeitada porem não descarta a opinião das demais formigas do formigueiro.

FILME RELACIONADO AO TEMA



FILME : CARS ( CARROS )



Ao atravessar os EUA a caminho da Califórnia para mais uma corrida da Taça Pistão, Relâmpago. McQueen, um audaz carro de corrida novato, em início de carreira, mas muito bem sucedido, encontrasse repentinamente com seu caminho desviado para a quase-abandonada cidadezinha de Radiator Springs, na histórica Estrada 66. McQueen acaba por conhecer os inusitados habitantes da cidade, que o ajudam a perceber que há coisas mais importantes na vida do que troféus, fama e patrocínio. McQueen Tudo começa com a corrida final da Taça Pistão, e o vencedor ira ganhar o desejado patrocínio da Dinocco.Relâmpago McQueen (um corredor novato), O Rei (um respeitado veterano) e Chick Hicks (um batuqueiro) estão todos empatados na liderança do campeonato.
Indo para a prova na Califórnia com o seu caminhão de transporte, Mack, começam uma viagem por toda a noite até McQueen acaba por cair do reboque e fica na pista da rodovia interestadual. Relâmpago tenta alcançar Mack, mas acaba chegando na Estrada 66. Relâmpago tenta retornar para a interestadual mas tem dificuldades por não possuir faróis. Estando em alta velocidade e sem nenhuma luz traseira ou dianteira, ele acaba por atrair a atenção de um xerife local. Uma perseguição começa, e o Relâmpago destrói o asfalto da rua principal de uma pequenina cidade esquecida no deserto, chamada Radiator Springs. McQueen é apanhado, confiscado, e levado a tribunal onde recebe como sentença a reparação da rua que ele destruiu.
No início, McQueen continua com as suas atitudes arrogantes e egocêntricas, obcecadas em não fazer nada mais sair de Radiator Springs e ir para a corrida na Califórnia. Depois de uma tentativa de fuga e de um serviço mal-feito nos reparos da rua, Doc Hudson, o idoso juiz local, desafia Relâmpago para uma corrida através do deserto. Se McQueen vencer a corrida, ele pode ir embora da cidade. Se Doc vencer, Relâmpago tem que terminar a sua sentença e fazer o serviço da maneira que Doc quer. McQueen ri deste desafio como se fosse algo fácil, e começa a corrida com uma ampla vantagem na frente de Doc, que permanece na saída. Relâmpago tenta fazer uma curva fechada na estrada de terra e acaba por derrapar para um declive e preso em arbustos com cactos exatamente como Doc havia previsto. Assim, Doc vence a corrida.
Pelos dias seguintes, McQueen gradualmente aprende mais sobre a cidade e seus habitantes. Ele se torna amigo de um simplório mas muito leal camião-reboque chamado Matt e de uma linda Porsche chamada Sally. Porém Relâmpago começa a gostar de Radiator Springs, mas ele permanece obcecado com o desejo de conseguir fazer aquela curva fechada no deserto. Doc oferece os seus conselhos, mas Relâmpago não quer considerar o que o idoso senhor tem a dizer. Após isto, Relâmpago descobre que Doc Hudson foi um dia um grande carro de corrida,
um tricampeão da Taça Pistão durante os anos 50, McQueen fica impressionado e Doc o começa a dar umas aulas uns conselhos a ele. E nesta parada a cidadezinha McQueen começa a dar importância a amizade e o trabalho em equipe já que a cidade toda um ajuda o outro. Porém McQueen muito curioso descobre que Doc deve um acidente grave acabou prematuramente com sua carreira. Doc informa a imprensa de que Relâmpago está ali na cidade, e ele acaba por deixar a cidade para ir para a Califórnia sem se despedir dos seus amigos que ali tinha conquistado. Pois o frenético publico seguiu a esta revelação. Durante a corrida, na Califórnia, Relâmpago não se consegue concentrar e acaba por se distrair a pensar Radiator Springs . McQueen começa a corrida com baixo desempenho conseguindo se recuperar depois ao descobrir que seus amigos Radiator Springs vieram para a corrida para o ajudar como a sua equipe de pit, com Doc Hudson se torna então o chefe da equipe. Relâmpago faz uma corrida de recuperação e toma a liderança na volta final, após finalmente compreender os conselhos de Doc.
Mas Chick Hicks provoca uma manobra que faz com que o Rei acabe em um grave acidente. Relâmpago, lembrando-se de como o acidente de Doc acabou com a sua carreira freia bruscamente e antes de cruzar a linha de chegada e ganhar a tão desejada Copa Pistão volta rapidamente e atrás do Rei o ajuda fazendo com que ele termine a corrida e não tenha o traje fim que teve seu chefe de equipe. Chick Hicks conquista a Copa. Mais ao perceber o espírito de equipe de McQueen a Dinocco oferece a ele o patrocínio. McQueen então descobre que a vida não só de troféus e conquistas e de individualismo e percebe que se não fosse a ajuda de sua equipe de apoio ele não ganharia a prova.

Moral da historia: Que o individualismo não é bom. Que para termos grandes vitórias a necessidades escurtamos outras opiniões. No caso do desenho da Disney se não fosse os conselhos de seu chefe equipe e ajuda dos outros elementos McQueen não iria ganhar a prova. Que o trabalho em equipe nos ajuda não só em tomar grandes decisões e sim também a respeitarmos uns aos outros e termos valores.

VÍDEOS RELACIONADOS AO TEMA

O PROBLEMA NÃO É MEU

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A ERA DO GELO II - LIDERANÇA E TRABALHO EM EQUIPE

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ESPÍRITO DE EQUIPE

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ARTIGOS

A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE


O psicólogo Abraham Maslow constatou que os indivíduos têm diversas necessidades, com diferentes forças. Sabemos que necessitamos de alimento, de abrigo, pagar nossas contas, de segurança no emprego, entre outras coisas, mas também de nos relacionar com os outros e de sermos aceitos por eles. Sem isso nosso trabalho se torna enfadonho e sem graça. Trabalhar em equipe é mais divertido do que trabalhar individualmente, o que pode contribuir para melhorar nosso desempenho. Assim está em Provérbios 30:24-27: "Há (...) coisas na terra que são pequenas, mas extremamente sábias: as formigas, criaturas sem força, todavia no verão preparam a sua comida (...) os gafanhotos não têm rei, porém todos saem, e em bandos se repartem". Quando falamos de trabalho em equipe, logo nos lembramos das formigas e dos gafanhotos, seres tão pequenos, mas que dão um grande exemplo de união, força e autogerenciamento. As primeiras têm um líder, vivem em uma sociedade eficazmente organizada e não precisam receber ordens para executar seu trabalho. Você já viu de perto um formigueiro? Já notou como elas andam em fileiras e sincronia perfeitas, e preparam seu alimento no verão para os dias de chuva, quando não podem trabalhar? Já os gafanhotos não têm um líder, porém sabem o que devem fazer exatamente. Mas o que é trabalho em equipe? Suponha que você e mais duas pessoas estão trabalhando em uma plantação de feijão, onde cada um ganha o salário correspondente ao seu dia de trabalho. A atividade funciona da seguinte maneira: em fila, você cava o buraco, o segundo joga a semente e o terceiro integrante tapa o buraco. Cada integrante deste grupo se preocupa apenas em realizar a sua tarefa, nada entendendo da importância do trabalho dos outros, "é cada um por si". Um certo dia o segundo membro da equipe faltou ao trabalho por motivo de saúde, porém a atividade continuou, pois cada um recebia o salário correspondente ao seu dia de trabalho e eles sabiam muito bem qual era sua responsabilidade, sem a necessidade de um líder para orientá-los. Você cavava o buraco, o segundo não jogou a semente - pois havia faltado -, mas o terceiro tapava o buraco e assim prossegue o dia inteiro. Muitas pessoas, que atuam em diversas organizações, estão trabalhando em grupo e não em equipe, como se estivessem em uma linha de produção, onde o trabalho é individual e cada um se preocupa em realizar apenas sua tarefa. No trabalho em equipe, cada membro sabe o que os outros estão fazendo e sua importância para o sucesso da tarefa. Eles têm objetivos comuns e desenvolvem metas coletivas que tendem a ir além daquilo que foi determinado. Se no exemplo anterior você e os demais integrantes do grupo trabalhassem como equipe, conhecendo a importância do trabalho de cada membro, tendo uma visão e objetivos comuns, certamente vocês diriam: "nosso colega faltou, vamos ter que substituí-lo ou mudar o modo como estamos plantando, senão nosso trabalho será improdutivo". " Toda equipe é um grupo, porém nem todo grupo é uma equipe." - Carlos Basso, sócio-diretor da Consultoria CR Basso. Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. No entanto, esse grupo não é uma equipe. Pois, "equipe é um conjunto de pessoas com objetivos comuns atuando no cumprimento de metas específicas. Grupo são todas as pessoas que vão ao cinema para assistir ao mesmo filme. Elas não se conhecem, não interagem entre si, mas o objetivo é o mesmo: assistir ao filme. Já equipe pode ser o elenco do filme: Todos trabalham juntos para atingir uma meta específica, que é fazer um bom trabalho, um bom filme".- Suzy Fleury, psicóloga e consultora empresarial e esportiva. Ter uma equipe altamente eficaz é mais do que ter um grupo de pessoas, visto que o trabalho em equipe precisa ser planejado.
Márcio Silva Escritor, consultor de Treinamento & Desenvolvimento, palestrante há mais de oito anos nas áreas de gestão de clientes, gestão de pessoas, vendas, motivação, planejamento estratégico e liderança. Autor do livro "Clientes por Todos os Lados" pela Editora Diário (SP), tendo como principais clientes: Volvo, Unimed, Shopping Center Uberaba, Vila Rica Imóveis, Kia Motors, Band FM, Centro Auditivo Surtel, e entre outros.


IMPLEMENTAR “TIMES”
UMA NOVA MANEIRA DE VIVER O TRABALHO.

Estamos vivendo em uma sociedade que anseia profundamente por um mundo no qual as pessoas realmente se preocupem umas com as outras.Para Doralicio Siqueira Filho, especialista em trabalho de equipe, o que determina uma real inovação nas empresas de certo modo também perpassa por este novo olhar para com o outro. O grande desafio no mundo organizacional neste novo século não será criar uma nova tecnologia, ou produto, hoje rapidamente superados. O verdadeiro desafio está em criar e implantar um cenário onde seja possível a prevalência de inovações no dia-a-dia de uma organização, e acredita que isso só será possível quando houver o abandono dos métodos autocráticos que aprisionam a criatividade e responsabilidade dos que fazem parte de uma suposta equipe.A busca de hoje é por uma genuína participação, aonde prevaleça a autonomia e não mais da dependência e autocracia de diretores e gestores. A verdadeira inovação contínua necessária para acompanhar as galopantes inovações do mercado de hoje, não dependem mais só da capacidade dos líderes, mas de sua habilidade para contribuir na facilitação do desenvolvimento de sua Equipe de Trabalho.É preciso reconhecer que é uma filosofia diferente da que até então estávamos acostumados, arrisco-me a dizer que na verdade é um modo diferente de ser, portanto requer para ser implantado, uma análise cuidadosa dos traços da cultura e do “management” para se implantar esta nova visão. Cuidados estes necessários para identificar que barreiras culturais devemos trabalhar, em prol de um novo pensar, agir e ser. Considero inovação, a capacidade para acrescentar atributos e valores aos já existentes. Valorizar as diferenças nos seres humanos é a maneira mais eficaz de priorizar a originalidade, de remover barreiras que impedem a criatividade das equipes dependentes de lideranças individualistas e mantenedoras do poder. Quando um líder se permite expor o que realmente pensa, abrindo com franqueza as limitações existentes, a equipe é capaz de elaborar mecanismos que as compensem, e pode estabelecer um processo de ajuda mútua.A essência dessa nova postura de liderança, situa-se em reconhecer que existe um olhar diferente do líder e comunicar para os demais, as efetivas ampliações dos pontos de vista, alcançando-se, em conseqüência, soluções coletivas e níveis de criatividade nunca antes alcançadas.Somente com equipes energizadas e inovadoras podem emergir ações que possibilitem fazer mais com menos, fazer redução de custos, ter novos produtos, melhorar os já existentes, ir em busca de melhores canais de distribuição, simplificar processos e sistemas, além de outras formas de agregar valores. É imprescindível considerar que o trabalho em equipe é um modo, não uma moda, visão esta responsável por muitos equívocos e fracassos em sua implantação. Uma grande porcentagem de organizações pensam que o utilizam, mas na maioria das vezes não o fazem.
Alguns diretores seguem as recomendações de “experts” como se fosse uma cartilha a ser seguida, quando na verdade equipes de trabalhos se fazem, fazendo-se.O trabalho em equipe é um modelo de gestão e se o entendemos como tal, se converte em uma ferramenta substancial para a melhoria contínua.As organizações de “Higth Performance”, percebem as seguintes vantagens que as equipes de trabalho podem agregar em busca de manter competitividade e inovação, tais como, definir coletivamente seus objetivos e maneira de atuação, estabelecendo padrões de comunicação que dão suporte as resoluções de problemas.
Além disso, as equipes são muito mais flexíveis e respondem às mudanças em tempo real, e também pelo compromisso coletivo não se sentem tão ameaçadas frente ao novo. É importante também enfatizar, que por seu foco na performance, as equipes se motivam, lançam desafios e ajudam aos indivíduos que estão tentando fazer mudanças na maneira de fazer as coisas.Para se construir e desenvolver habilidades para trabalhar em equipes e ampliar a eficácia em nível de performance. Podemos nos valer de algumas práticas embasados no ciclo de Team Building, que inicia pela Orientação, Formação, Controle, Aceitação e se concretiza pela Realização.É evidente que para alcançar a excelência, devem ser avaliados e trabalhados esse ciclo ao longo do caminho, além de levar-se em conta que as equipes devem projetar metas desafiadoras e inovadoras, mas que sejam factíveis de serem alcançadas.Doralício Siqueira FilhoPresidente da Racional Consultoria

sábado, 13 de junho de 2009

O DESENVOLVIMENTO


A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE

O desenvolvimento do grupo é composto por quatro fases:

  • Formação
  • Storming ( " Partir pedras " )
  • Normalização
  • Desempenho

Formação : È a primeira fase em que o grupo de pessoas se junta inicialmente.Temos desde o membro mais nervoso e ou subordinado que pode não recuperar do choque inicial até aquele que surge como o mais predisposto a falar e as pessoas pensam que ele será o lider do grupo, essa ultima consideração é errada, embora seja a mais frequente.

Storming: Essa fase é aquela em que grandes passos para o desevolvimento do processo de trabalho em grupo incorpora.O confronto é inevitável.Todos querem ter suas opniões seja aceitas sem ceder um milímetro. O principal causador desse conflito e a inexistência da comunicação bilateral, ouvi não faiz parte do vocabulário inicial.Também tem reservas para falar abertamente as suias ideias. Dessa fase conturbada surge a terceira fase NORMALIZAÇÃO.

Normalização : Os grupos começam a reconhecer os méritos do trabalho em conjunto.O novo espírito de coorperação é evidente,cada membro começa por sentir-se mais seguro na expressão dos seus próprios pontos de vista e estes são discutindo abertamente com todo o grupo.O Desempenho é culminar, quando um grupo fixa num sistema que permite livre e franco intercambio de ideias e alto nivel de suporte pelo grupo para cada um e as suas decisões. Há um elevado nível de desempenho que é a principal razão e justificação para usar o processo de trabalho em grupo em vez de um grupo de valores individuais de pessoas.


Fonte:
Universidade de Coimbra -
Dpto de Engenharia Informática -
Processis de Gestão - Grupos e Equipas nas Organizações
Nelson Manuel Marques dos Santos ; Paulo Manuel Ferreiras das Neves
Novembro, 07 1997.








Entenda o que é um grupo e porquê um grupo

O que é um GRUPO?

O processo de trabalho em grupo pode ser utilizado por distintas pessoas que trabalham em projetos diferentes.Em termo simples,o processo de trabalho em grupo conduz ao espirito de cooperação, coordenação e compreensão de procedimentos comuns e muito mais.
Porquê um GRUPO?
Grupos são particularmente bons na combinação de talentos e fornece soluções inovadoras para problemas pouco familiares, em casos em que não está bem estabelecido o procedimento.Há uma maior capacidade e conhecimento agrupado no grupo que tem uma distinta vantagem sobre capacidade e conhecimento individual. Um grupo é visto como uma unidade auto-gerida. Mesmo que um problema possa ser resolvido por apenas um da organização existem dois beneficios para que não o faça e envolve outras partes da decisão.

  • Primeira : MOTIVAÇÃO, na participação na decisão será claramente melhorando sua opnião.
  • Segunda: podem existir fatos que o "líder" percebe melhor que a pessoa encarregue de tomar uma melhor decisão. Em conclusão o talendo individual será melhor aproveitado em grupo não que não sejam extraordinarioa seres humanos mais uma tomada de decisões mais descutidas com demais opniões os riscos de sair errado são muito poucas.

Fonte:
Universidade de Coimbra -
Dpto de Engenharia Informática -
Processis de Gestão - Grupos e Equipas nas Organizações
Nelson Manuel Marques dos Santos ; Paulo Manuel Ferreiras das Neves
Novembro, 07 1997.